http://g1.globo.com/videos/jornal-hoje/v/vendas-por-telefone-tiram-a-paciencia-dos-consumidores/1270740/
Para ver minha intrevista para o Jornal Hoje acesse o link acima.
Um experiência nova, muito bom.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
A família é a base para construir um cidadão de bem.
Nossos jovens estão sem base na maioria das vezes, pois os pais com a necessidade de trabalhar, deixam seus filhos muitas vezes com a secretaria do lar ou sozinhas, em algumas casos.
Em outros casos, as famílias estão desestruturadas mesmo, e não se preocupam com os filhos e deixa a responsabilidade para a escola.
Só que os pais tem que ter em mente, que os filhos passam pouco tempo na escola, dependendo da idade do aluno só ficam 5 horas ou até menos.
O que os pais tem que se preocupar é com a educação desde de pequeno, pois um não, quando pequeno pode ajudar no futuro, quando adulto.
A escola é responsável, pelo conteúdo que os alunos vão aprender e a parte pedagógica, o professores e tem o conhecimento que aprenderam nos livros e na faculdade e o conhecimento que traz consigo.
A responsabilidade da educação do nossos filhos são nossas.
As três palavrinhas mágicas e muito importante temos que nos relembrar todos os dias.
Cléo Oliveira
Nossos jovens estão sem base na maioria das vezes, pois os pais com a necessidade de trabalhar, deixam seus filhos muitas vezes com a secretaria do lar ou sozinhas, em algumas casos.
Em outros casos, as famílias estão desestruturadas mesmo, e não se preocupam com os filhos e deixa a responsabilidade para a escola.
Só que os pais tem que ter em mente, que os filhos passam pouco tempo na escola, dependendo da idade do aluno só ficam 5 horas ou até menos.
O que os pais tem que se preocupar é com a educação desde de pequeno, pois um não, quando pequeno pode ajudar no futuro, quando adulto.
A escola é responsável, pelo conteúdo que os alunos vão aprender e a parte pedagógica, o professores e tem o conhecimento que aprenderam nos livros e na faculdade e o conhecimento que traz consigo.
A responsabilidade da educação do nossos filhos são nossas.
As três palavrinhas mágicas e muito importante temos que nos relembrar todos os dias.
Cléo Oliveira
quinta-feira, 20 de maio de 2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
UTOPIA
UTOPIA
Quando abri os olhos notei que havia uma grande mudança em tudo. Cheguei a pensar que estava sonhando. A temperatura que antes era insuportável, agora era amena, agradável, por volta dos vinte e três graus. Não havia poeira na vidraça, tudo estava tão limpo, ouvia-se uma música suave no ar, a senhora, dona da pensão, ao invés dos gritos:
__Acorda, vagabundo! Quer dormir o dia inteiro!
Falou pausadamente com uma educação fora do comum:
__Já são sete e meia! Você tem meia hora para fazer sua higiene pessoal, tomar o seu cafezinho e sair para o trabalho.
Eu estava atônito. Havia qualquer coisa de estranho no ar. Levantei-me. Quando saí do quarto dei de cara com o cidadão do "51" que sorridente disse-me:
__ Um belo dia, meu rapaz!
Ele não respondia cumprimentos, praguejava e andava sempre de cara fechada.
No café da manhã, vários pensionistas estavam à mesa e um deles levantou-se sendo seguido pelos demais, fez uma bonita oração de agradecimento e depois delicadamente serviu-me o café.
Antes era uma "zorra" na mesa: Piadas provocativas, gritos e apupos, um egoísmo sem limites. Era o "salve-se quem puder". Quem não fosse esperto ficava sem café.
No trajeto da pensão até meu trabalho notei vários fatos que me encucaram: Uma senhora cuja bolsa caíra e um garoto daqueles que roubavam bolsas de incautos, a apanhando e delicadamente entregando à senhora e esta por sua vez agradecendo e dando-lhe um carinhoso abraço, um senhor meio obeso, aparentando ser um executivo andando com uma mão no ombro de um cidadão de cor, uma equipe de sindicalistas portando faixas de protesto contra o novo salário mínimo, no qual não fora introduzido uma importância destinada às despesas de viajem para o exterior, nas férias do trabalhador. Notei um trânsito disciplinado, sem buzinas, um respeito muito grande pelos pedestres.
Quando cheguei ao trabalho, mais uma surpresa, meu chefe chamou-me a seu escritório e disse:
__Sobre o seu aumento, achamos que você foi muito modesto no pedido e resolvemos lhe conceder o dobro do que foi solicitado.
__Chefe, parece que eu estou sonhando!
Nisto houve uma transformação. Meu chefe era a dona da pensão, que berrou a plenos pulmões: "Você só vive sonhando mesmo, seu vagabundo. Levanta! São quase oito horas!".
Sentei-me na cama, olhei para a vidraça e a vi super empoeirada e o calor estava sufocante.
Quando abri os olhos notei que havia uma grande mudança em tudo. Cheguei a pensar que estava sonhando. A temperatura que antes era insuportável, agora era amena, agradável, por volta dos vinte e três graus. Não havia poeira na vidraça, tudo estava tão limpo, ouvia-se uma música suave no ar, a senhora, dona da pensão, ao invés dos gritos:
__Acorda, vagabundo! Quer dormir o dia inteiro!
Falou pausadamente com uma educação fora do comum:
__Já são sete e meia! Você tem meia hora para fazer sua higiene pessoal, tomar o seu cafezinho e sair para o trabalho.
Eu estava atônito. Havia qualquer coisa de estranho no ar. Levantei-me. Quando saí do quarto dei de cara com o cidadão do "51" que sorridente disse-me:
__ Um belo dia, meu rapaz!
Ele não respondia cumprimentos, praguejava e andava sempre de cara fechada.
No café da manhã, vários pensionistas estavam à mesa e um deles levantou-se sendo seguido pelos demais, fez uma bonita oração de agradecimento e depois delicadamente serviu-me o café.
Antes era uma "zorra" na mesa: Piadas provocativas, gritos e apupos, um egoísmo sem limites. Era o "salve-se quem puder". Quem não fosse esperto ficava sem café.
No trajeto da pensão até meu trabalho notei vários fatos que me encucaram: Uma senhora cuja bolsa caíra e um garoto daqueles que roubavam bolsas de incautos, a apanhando e delicadamente entregando à senhora e esta por sua vez agradecendo e dando-lhe um carinhoso abraço, um senhor meio obeso, aparentando ser um executivo andando com uma mão no ombro de um cidadão de cor, uma equipe de sindicalistas portando faixas de protesto contra o novo salário mínimo, no qual não fora introduzido uma importância destinada às despesas de viajem para o exterior, nas férias do trabalhador. Notei um trânsito disciplinado, sem buzinas, um respeito muito grande pelos pedestres.
Quando cheguei ao trabalho, mais uma surpresa, meu chefe chamou-me a seu escritório e disse:
__Sobre o seu aumento, achamos que você foi muito modesto no pedido e resolvemos lhe conceder o dobro do que foi solicitado.
__Chefe, parece que eu estou sonhando!
Nisto houve uma transformação. Meu chefe era a dona da pensão, que berrou a plenos pulmões: "Você só vive sonhando mesmo, seu vagabundo. Levanta! São quase oito horas!".
Sentei-me na cama, olhei para a vidraça e a vi super empoeirada e o calor estava sufocante.
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